"O barulho é a tortura do homem de pensamento" (Schopenhauer)
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terça-feira, 26 de agosto de 2014

T-shirt transforma ruído em electricidade (ideal para levar a um festival)

Dois anos depois de ter desenvolvido umas eco-galochas que ajudavam a carregar telemóveis e outros gadgets, a britânica Orange voltou à carga com um novo dispositivo que promove a energia limpa: uma t-shirt que transforma os ruídos em electricidade.

O dispositivo utiliza a tecnologia de filmes piezoeléctricos, normalmente encontrados em altifalantes modernos, para captar o som. A energia sonora passa por uma compressão, com cristais de quartzo, e é transformada em electricidade.

Baptizada de “Sound Charge”, esta t-shirt foi desenvolvida com a ajuda de especialistas em energias renováveis e vem equipada com uma bateria, que armazena a energia. Depois, esta energia pode ser utilizada para carregar os telemóveis e outros gadgets.


De acordo com a Exame Brasil, a tecnologia capta ruídos a partir de 80 decibéis, aproximadamente o barulho de uma rua movimentada. Ainda assim, os locais ideais para a sua utilização são os concertos e espectáculos de música, onde o som é mais alto e, consequentemente, a quantidade de energia gerada também.

Segundo os criadores, quem passar dois dias num festival de música pode obter energia suficiente para carregar até dois telemóveis ou um smartphone. 



Informação retirada de Green Savers

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Mais de 40% da população portuguesa tem problemas de concentração devido ao ruído

Para assinalar o Dia Internacional da Consciencialização para o Ruído, a GAES-Centros Auditivos acaba de divulgar um estudo onde mostra como o ruído afecta o dia-a-dia das pessoas. Em Portugal, mais de 40% da população sofre de problemas de concentração associados ao ruído.

A perda auditiva é um problema de saúde que afecta já cerca de 1 milhão de portugueses e, a nível mundial, cerca de 120 milhões de pessoas têm já a sua audição afectada devido ao ruído.

O ruído em excesso - ou poluição sonora - é um grave problema que afecta toda a população, em especial a que vive nas grandes cidades. Todos os dias, são várias as actividades que expõem os cidadãos a níveis de poluição sonora altamente prejudiciais para a saúde. Sem se darem conta, estão expostos a situações em que o ruído ambiente é constante e com um elevado impacto nocivo para o seu bem-estar.

Cerca de 60% da população portuguesa vive com níveis de ruído acima do recomendado, que é de 55 decibéis, e cerca de 20% está exposta a barulho incomodativo (mais de 65 decibéis) de forma constante, o que se manifesta num forte impacto para a sua saúde, em especial de possíveis problemas auditivos.

Dulce Martins Paiva, directora-geral da GAES – Centros Auditivos Portugal, afirma: «Na GAES-Centros Auditivos temos a preocupação de alertar os nossos pacientes para o ruído que os rodeia, e que pode prejudicar a sua audição. Desenvolvemos este estudo em cinco países, onde estamos presentes – Portugal, Espanha, Venezuela, Equador e Chile – e os resultados foram muito semelhantes. As pessoas precisam de estar alertas para os níveis de ruído no seu dia-a-dia, e na GAES podemos ajudá-lo a combater possíveis problemas auditivos devido ao ruído.»

No dia 30 de Abril, a GAES-Centros Auditivos vai alertar a população para o excesso de ruído nas grandes cidades, e irá marcar presença em Coimbra com uma acção de rua na Avenida Central às 18:00.


Notícia de Diário Digital

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Gare aux effets des baladeurs MP3 sur l'audition

Les baladeurs MP3 d'aujourd'hui ont envoyé le Walkman au rayon des antiquités: il est maintenant possible d'écouter de la musique de bonne qualité pendant des heures et à des volumes de son élevés. Souvent trop élevés. 
Et les spécialistes sont de plus en plus inquiets des conséquences néfastes pour l'audition des adolescents avec l'apparition de plus en plus précoce de baisse sensible de l'audition, que certains appellent même une «épidémie de troubles auditifs».

Un adolescent sur quatre est à risque d'une perte d'audition résultant directement de ses habitudes d'écoute avec son baladeur, affirme ainsi le Pr Chava Muchnik, de la Tel Aviv University au terme de son étude, publiée dans l'International Journal of Audiology. 
Près de 289 adolescents, entre 13 et 17 ans, ont participé à l'étude. Ils ont été interrogés sur leurs habitudes d'écoute avec leur iPod ou autre baladeur MP3. Et en particulier sur le niveau sonore et la durée d'utilisation. Dans un deuxième temps, le volume du son des baladeurs a été mesuré chez 74 adolescents dans un environnement calme puis dans un environnement bruyant. Les volumes mesurés ont servi à établir les risques potentiels pour l'audition des adolescents.


Près de 80 % des adolescents participants à l'étude utilisaient leur baladeur très régulièrement, 21 % d'entre eux l'écoutant de 1 à 4 heures, et 8 % s'en servant plus de 4 heures consécutivement.

«Dans 10 ou 20 ans, estime le Pr Muchnik, il sera trop tard et on verra que toute une jeune génération souffre de surdités partielles beaucoup plus tôt qu'attendu en fonction du vieillissement». Elle recommande ainsi que tous les pays adoptent, pour commencer, les normes européennes qui limitent à 100 décibels le volume maximal des iPod et des baladeurs MP3, dont certains, non «bridés», peuvent atteindre près de 130 décibels. Mais 100 dB, cela équivaut déjà au niveau acoustique d'une boîte de nuit. Et l'on sait qu'un risque pour l'oreille est déjà avéré à partir de 80 dB. Les spécialistes recommandent que des campagnes de prévention soient menées pour sensibiliser les enfants et les parents aux dangers de ces décibels.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Sono, a noise cancelation and isolation device that sticks on your window

If you’re the sort that needs peace and quiet to get anything done, escaping the noise pollution of every day life — regardless of where you’re located — is no easy task. A new device that sticks onto your window, Sono, will not only cancel real-world noise, but isolate the noises you’d prefer to hear, if any.

You live in a corner apartment, and your one, meager window faces a beautiful, serene park. However, in front of that park is a major metropolitan road, host to loud traffic throughout the day. If not for the constant stream of cars and barking dogs, the soothing sounds of chirping birds and the wind rustling through trees would make its way across the street and into your bedroom. With Sono, you can stick the device right on your window, and fiddle with some settings to either cancel out noise entirely, or cancel out the specific noises that are drowning out the peaceful ones.


Sono it’s a concept created by Austrian industrial designer Rudolf Stefanich. Sono works by vibrating a window in a pattern counter to the vibrations caused by the ambient noise, essentially turning the surface into a noise-canceling speaker. During prototype testing, Sono’s transducer used active noise canceling to successfully lower the audio signal by 12 decibels — which would probably do a good job of blocking out quieter sounds in the 30-80 dB range, but you’d still definitely hear traffic and other loud sounds.

The device employs concentric broadband antenna rings, and can be charged through WiFi signals or the standard electric outlet, so your noise shield won’t unceremoniously lower in the middle of the night.


The strength of Sono is not that it can cancel out obnoxious ambient noises, but can still filter pleasant ambient noises through. So, not only can you still get the chirping birds and rustling leaves from that park across the street, but the sounds are natural — not some recreation on your phone that sounds very digital. Though Stefanich’s device is more of a concept than a tangible item, the theory behind the device was successfully tested with that aforementioned prototype, and it is a finalist for the James Dyson Award.

Info from Extreme Tech

quinta-feira, 26 de abril de 2012

April 25 - International Noise Awareness Day

The International Noise Awareness Day initiative was launched in the USA by the Center for Hearing and Communication, a non-profit organization. The aim of this global campaign is to raise awareness among the general public of the issue of noise and the risks it poses. 
This year the “International Noise Awareness Day” will take place for the 17th time on April 25. People all over the world are being urged to take part through a variety of activities, including open days held by hearing care professionals, talks at health authorities, universities and schools, expert round table discussions, noise level measurement campaigns and readings. A worldwide “Quiet Diet” – a minute of silence – is also planned for 2.15 pm to 2.16 pm. 


In Germany, the "Tag gegen Lärm" was introduced in 1997 by Prof. Brigitte Schulte-Fortkamp, a professor at the Technische Universität Berlin, and is due to take place this year, for the 15th time, on April 25 – on the same day as the “International Noise Awareness Day” in the USA. 
The theme of this year’s event in Germany is Emission: Impossible! In addition to general noise-related issues, the initiative is focusing on two key topics in particular: the impact of aircraft noise and the sound environment experienced by children.

Let's spread the word about the danger of noise!

Info acceed at Hear the World

terça-feira, 3 de abril de 2012

Dangerous new teen trend on hearing loss VS technology

Is a fact that loud music causes permanent, irreversible sensorineural hearing loss. But there’s a very important — and dangerous — new trend we’re seeing with today’s youth: in the video below (produced by high schoolers) you can see that the boy at 1:00 and the girl at 1:18 have the attitude that “technology will fix the problem”. The prevalence of teen hearing loss increased from 14.9% in 1994 to 19.5% in 2006.


Info acceed at The Hearing Blog

segunda-feira, 26 de março de 2012

Noise is one of the great underappreciated health hazards of our time

Noise is no minor nuisance. It is one of the great underappreciated health hazards of our time—the secondhand smoke of our ears.
Noise pollution doesn't get the attention of A-list diseases, but there are a few crusaders raising their voices against the onslaught. One of them is Arline Bronzaft, a professor emeritus at the City University of New York.
What's the problem with this high-decibel world? "The most obvious one is hearing loss," Dr. Bronzaft says. Some 26 million adults are walking around with noise-induced hearing loss, according to the Centers for Disease Control and Prevention.
Noise also has a surprisingly potent effect on our stress level, cardiovascular system and concentration. In Paleo times, a loud noise signaled a threat, so noise triggers the release of the stress hormone cortisol, which raises blood pressure.
A University of British Columbia review of 6,300 people who work in noisy jobs found that they suffer two to three times more heart problems than those who work in quiet settings. A former World Health Organization official estimates (with a bit of alarmism) that noise-induced strain may cause 45,000 deadly heart attacks a year.
Noise also wreaks havoc on the brain. Dr. Bronzaft conducted a landmark study at a public school in Manhattan's Washington Heights neighborhood, published in the journal Environment and Behavior in 1975. Some of the classrooms directly faced an elevated subway track. Every five minutes the students heard a train rattle by. Other classrooms were tucked on the opposite side of the building, away from the noise. The difference? By the sixth grade, the kids on the noisy side were nearly a year behind. Since then, her conclusions about the effects of noise on concentration have been backed up by a pile of other studies, on both students and adults.
Adapted from (and more info at) The Wall Street Journal

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Seis em cada dez portugueses vivem com níveis de ruído acima do recomendado

Segundo a Direcção Geral do Ambiente, mais de 60 por cento da população portuguesa vive com níveis de ruído acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (mais de 55 decibéis), sendo que 19 por cento está mesmo exposta a barulho incomodativo (mais de 65 decides). A situação é mais crítica é nos grandes pólos urbanos, já que o tráfego rodoviário expõe diariamente cinco milhões de portugueses a tons excessivos e nocivos para a saúde.

A principal causa de perda auditiva nos jovens e adultos é o ruído. Esta situação é definitiva e, como tal, irreversível. O cenário não é animador, uma vez que, contrariamente a outros países da União Europeia, Portugal tem registado, nos últimos anos, um aumento dos níveis de ruído, especialmente nas grandes cidades, fazendo com que, no seu dia-a-dia, cinco milhões de portugueses se encontrem expostos a elevados níveis de ruído, quer devido à sua profissão, quer devido ao tráfego rodoviário. Para além de perda auditiva irreversível, a exposição prolongada ao ruído pode originar outros problemas de saúde, como psicológicos ou doenças cardiovasculares.

“A perda auditiva induzida por um trauma acústico é uma realidade que não deve ser ignorada. É a principal causa de perda auditiva irreversível. Todos nós estamos expostos diariamente a ruído excessivo, com consequências directas”, segundo refere em comunicado Pedro Paiva, audiologista.

A perda da audição pode ser causada por um problema mecânico no canal auditivo ou no ouvido médio que obstrói a condução do som (perda condutiva de audição) ou por uma lesão no ouvido interno, no nervo auditivo ou nas vias do nervo auditivo no cérebro (perda neuro-sensorial da audição). Os dois tipos de perda da audição podem ser diferenciados comparando como uma pessoa ouve os sons conduzidos pelo ar e como os ouve conduzidos pelo ossos.

A perda neuro-sensorial denomina-se sensorial quando afecta o ouvido interno, e neural quando afecta o nervo auditivo ou as vias do nervo auditivo localizadas no cérebro. A perda auditiva sensorial pode ser hereditária, ser provocada por ruídos muito intensos (trauma acústico), por uma infecção viral do ouvido interno, por certos fármacos ou pela doença de Ménière.

Evitar exposição a ruído intenso, não se automedicar, não introduzir objectos no ouvido, evitando também a tentativa de limpar o conduto auditivo são atitudes que podem evitar uma deficiência auditiva, tanto na infância e adolescência como na fase adulta.

Notícia acedida em Ciência Hoje

sábado, 19 de novembro de 2011

40% dos portugueses expostos a níveis demasiado elevados


"Quatro em cada dez portugueses estão expostos a níveis demasiado elevados de ruído ambiente, defendeu um especialista, referindo que é prejudicial para a saúde ouvir continuamente barulho do tráfego ou de máquinas, mas também música alta nas discotecas e auscultadores.

A exposição ao ruído ambiente deriva fundamentalmente das vias de tráfego ferroviário, aéreo e rodoviário, mas o presidente da Sociedade Portuguesa de Acústica apontou que há outro tipo de ruído "incomodativo", como o funcionamento dos bares e cafés, principalmente à noite, ou o ruído nos locais de trabalho.

O especialista aponta ainda as situações em que os jovens estão expostos a ruídos de elevada intensidade, como nas discotecas, nos concertos ou com o uso contínuo de auscultadores, o que com repetição ao longo do tempo, pode originar uma perda de audição."

Notícia acedida em iOnline
Imagem acedida em: http://29.media.tumblr.com/tumblr_levwj9NAy91qfy0u8o1_500.jpg

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Colóquio sobre Ruído e Vibrações - Bruit et Vibrations au travail



Para ajudar as empresas, a medicina no trabalho, e os especialistas da prevenção a fazer face aos riscos ligados à exposição ao ruído e às vibrações no local de trabalho, o INRS, Institut National de Recherche et de Sécurité pour la prévention des accidents du travail et des maladies professionnelles, organizou um colóquio em Paris, que decorrerá entre 2 e 4 de Março de 2011, e terá como tema: ruído e vibrações no local de trabalho.

O programa já está disponível online e a inscrição pode ser efectuada aqui
Irão ser abordados temas como: Efeitos das vibrações e ruído no ser humano; Regulamentação; A avaliação do risco, a exposição; Ruído: ambientes específicos, protecção pessoal; Redução de Risco.

O evento incluirá uma exposição de equipamentos de medição de ruído e vibração. Irá também ser apresentado um leque de ferramentas para diagnóstico e sistemas de redução do risco.

Notícia acedida em
http://ahigieneesegurancacomecahoje.blogspot.com/2011/02/coloquio-sobre-ruido-e-vibracoes-bruit.html

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Quando há ruído... onde reclamar?

Origem do ruído

Onde reclamar

Legislação aplicável

Vizinhos (ruído provocado por animais de estimação, música, vozes, etc.)

Autoridade policial

Regulamento Geral do Ruído – artigo 24º

Comércio (estabelecimentos de restauração e bebidas, supermercados, talhos, salões de jogos, pavilhões desportivos, padarias, oficinas de reparação de automóveis, lavandarias, etc.)

Entidade licenciadora da actividade (câmara municipal)

Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território

CCDR

Autoridades policiais

Regulamento Geral do Ruído – artigo 13º

Serviços (bancos, correios, escolas, actividades religiosas, etc.)

Entidade licenciadora da actividade (câmara municipal, direcção regional de educação no caso de estabelecimentos escolares)

Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território

CCDR

Regulamento Geral do Ruído – artigo 13º

Indústria

Entidade licenciadora da actividade (direcção regional de economia)

Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território

CCDR

Regulamento Geral do Ruído – artigo 13º

Pedreiras

Entidade licenciadora da actividade (direcção regional de economia)

Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território

CCDR

Regulamento Geral do Ruído – artigo 13º

Parques eólicos, linhas de transporte de energia, centrais eléctricas, postos de transformação

Entidade licenciadora da actividade (Direcção Geral de Geologia e Energia, direcção regional de economia)

Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território

CCDR

Regulamento Geral do Ruído – artigo 13º

Infra-estruturas de transporte (auto-estradas, IP, IC, estradas nacionais, estradas municipais, ferrovias, aeroportos, aeródromos)

Entidade licenciadora / responsável pela exploração da infra-estrutura (Estradas de Portugal, câmara municipal, REFER, ANA, administração do aeródromo)

Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território

CCDR

Regulamento Geral do Ruído – artigo 19º

Espectáculos de natureza desportiva e divertimentos públicos nas vias, jardins e demais lugares públicos ao ar livre

Autoridade policial

Câmara municipal

Decreto-Lei nº 310/2002, de 18 de Dezembro, alterado pelo Decreto-lei nº 9/2007, de 17 de Janeiro

Obras de recuperação, remodelação ou conservação realizadas no interior de habitações, de escritórios ou de estabelecimentos comerciais

Autoridade policial

Polícia municipal

Regulamento Geral do Ruído – artigo 16º

Actividades ruidosas temporárias não incluídas nos dois pontos anteriores

Autoridade policial

Polícia municipal

Regulamento Geral do Ruído – artigo 14º

Veículos

Autoridade policial

Regulamento Geral do Ruído – artigo 22º

Alarmes contra intrusão em veículos

Autoridade policial

Regulamento Geral do Ruído – artigo 23º

Equipamento colectivo de edifícios (elevadores, grupos hidropressores, sistemas centralizados de ventilação mecânica, automatismos de portas de garagem, postos de transformação de corrente eléctrica e escoamento de águas).

Câmara municipal

Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios

Isolamento acústico de edifícios

Câmara municipal

Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios

Afectação da ordem, segurança ou tranquilidade públicas devido à existência de salas de dança e estabelecimentos de bebidas

Governo Civil

Decreto-Lei nº 316/95, de 28 de Novembro - artigo 48º

Informação acedida em http://www.ruido-zero.pt/ruido.html

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Napo e o ruído no escritório

Um filme alusivo ao ruído no escritório... e a uma maneira bem simples de acabar com ele: melhorar o isolamento da sala!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Festivais, ruído e CHECK-IN

Como frequentadora assídua de festivais, conheço o CHECK-IN há coisa de quatro anos. Os responsáveis pelo CHECK-IN autodefinem-se como um grupo de pessoas que procuram contribuir para uma melhor Gestão de Prazeres e Riscos associados ao consumo de substâncias psicoactivas e à sexualidade. O CHECK-IN intervém em contextos festivos de qualquer tipo, desde festas de música electrónica, festivais de verão, festas académicas etc.

Fiquei sinceramente e positivamente fascinada quando, no Boom 2010, ocorrido no passado mês de Agosto, me deparei com a divulgação de Informações relativas a um novo tema: o ruído! Desconhecia esta vertente de divulgação do CHECK-IN e fiquei motivada para a causa deste blogue, pois considero ser um dos pontos mais importantes a prevenir no seio de eventos festivos como o Boom. Em contrário, e considerando que apenas uma pequena parcela da população está consciencializada para os perigos de ouvir música em alto volume, teremos tendência a sofrer uma degradação gradual do órgão auditivo, e consequentemente, da capacidade de desfrutar o maravilhoso mundo da música, os concertos mais inquietantes e os festivais mais interessantes...


Passo a citar alguma da informação disponíibilizada pelo CHECK-IN:

OUVE BEM…
TÁS A OUVIR!?...
Para quem aprecia a música é muito importante preservar a audição em boas condições para continuar a curtir o som com a mesma qualidade.
Se ouvir música é acima de tudo um prazer, quando o fazemos repetidamente com volumes demasiado elevados passa a apresentar também alguns riscos.
Se frequentemente expões os teus ouvidos a um volume demasiado elevado, o teu sistema auditivo está sujeito a um desgaste demasiado prematuro. Os músicos, dj’s e os frequentadores assíduos de festas estão, por isso, mais propensos à perda de acuidade auditiva.

O risco de perda auditiva pode aumentar consoante:
O volume da música;
A proximidade das colunas;
O tempo de permanência no dancefloor;
Eventuais problemas auditivos anteriores.

Se tens alguns dos seguintes sintomas não hesites em consultar o médico!
Zumbido constante nos ouvidos;
Sensibilidade a ruídos altos;
Dificuldade em ouvir os outros quando existe barulho de fundo;
Sensação de que os outros comem as palavras ou falam demasiado rápido;
Tens sempre que lhes pedir para se repetirem;
Tens sempre que aumentar o volume da TV;
Ouves o telefone melhor com um ouvido que com o outro.
Para evitar chegar ao ponto de apresentar os sintomas acima descritos há que ter certos cuidados ao ouvir música e noutras situações.

Não te esqueças...
Os níveis de som nas discotecas podem chegar aos 120 dB e a margem de risco para os teus ouvidos é de 90dB. 120dB é já considerada margem de dor!
Fica pelo menos a 3 metros das colunas. Dançar junto das colunas aumenta os riscos! Faz pausas de 10 minutos a cada 45 minutos e de 30 minutos a cada 2 horas, em locais onde o som é mais baixo.
O algodão ou bocadinhos de tecido não protegem. Usa tampões! Assim, estás protegid@ mas não deixas de curtir o som.
O cansaço, a desidratação e o sobreaquecimento também aumentam os riscos. Assim já sabes mantém-te hidratado e faz pausas!
Se ouves música com head phones internos evita fazê-lo muito tempo seguido, faz pausas e não abuses do volume. Devido à proximidade com o ouvido, osphones internos causam grande pressão acústica pelo que os externos são preferíveis.
Se trabalhas com material sonoro ou com máquinas ruidosas usa protecção auricular. Além da música outras fontes de perigo excessivo podem ser as viaturas, maquinaria, televisão, jogos, etc.
Fiquem atentos e baixem o volume!

Para mais informações, consultar
http://check-in.apdes.net/quediz/img/checkinews_06.pdf


Força CHECK-IN, continuem o bom trabalho que têm desenvolvido! Os festivaleiros precisam de vocês :)


Imagem acedida em:
http://preditor.mio.co.za/assets/articles/images/resized/12109_resized_blackcoffee300.png