quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Gare aux effets des baladeurs MP3 sur l'audition
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
It's all gone Pete Tong - how to be a DJ with a hearing disorder
Info from Amazon and IMDb
terça-feira, 29 de maio de 2012
MARVEL designed a superhero to help a 4-year-old with hearing loss
terça-feira, 3 de abril de 2012
Dangerous new teen trend on hearing loss VS technology
segunda-feira, 26 de março de 2012
Noise is one of the great underappreciated health hazards of our time

terça-feira, 22 de novembro de 2011
Seven Tips to Better Communication by Arlene Romoff
Holiday season can be especially difficult for people with hearingloss. Here are Seven Tips to Better Communication,
- Find a favorite friend or relative, and move the conversation into a quiet room, or a quieter corner. Or play a game or read a story to a child, if that’s an option.
- Help out in the kitchen where there are usually less people gathered. And if you help with some preparations, you'll be doing something besides trying to hear
- If you have a “better side,” seat yourself so that most people are on that side. • Seat yourself next to a person you usually have the least difficulty hearing or lipreading (avoid those folks with bushy mustaches and beards!)
- Seat yourself next to someone who usually has the patience to clue you in on what the conversation is about, or the punch lines you'll miss.
- Try not to seat yourself facing a window because the glare could make it difficult to see people's faces.
- Ask your host to turn off any background music during dinner. And if a football game is blaring from a TV, turn it off or if that’s not an option, set it on mute.
- Remember to be assertive about your needs! Pleasant and polite, but assertive!
- It’s inevitable that you will not be able to hear the conversation with many people talking and laughing at once. Content yourself with speaking with the people on either side of you.
- If you start a conversation, then you’ll know what the topic is, so it will be easier to follow.
- If you miss something, try to ask only for the part you missed, instead of just saying “what?”
- Expect that there will be jokes that you will not hear, so you will find yourself sitting at a table where everyone is laughing except you. Stay calm—you have a few options: — ask the person next to you to tell you what was so funny — ask the person next to you to remember what was so funny so they can tell you later. — say “excuse me” to everyone at the table, and ask for the joke to be repeated so you can get it too. Remember that if you do this with a pleasant attitude, then people will usually want to help you out.
- Volunteer to help out in the kitchen to get yourself away from that dining table with all the conversations and jokes you’re having trouble following. Do not offer to wash the dishes! This will put your back to everyone in the kitchen and you won't be able to lipread. Offer to dry the dishes or put food away. Or just keep everyone company.
- Offer to wash the dishes if you want to take time out from trying to hear everyone, and you still want to feel useful.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Association of Adult Musicians with Hearing Loss (AAMHL)

- Create opportunities for adult musicians with hearing loss to discuss the challenges they face in making and listening to music.
- Create opportunities for public performance either individually or in groups by adult musicians with hearing loss who might not otherwise have access to these opportunities
- Provide ongoing feedback to hearing health professionals, hearing researchers, manufacturers of hearing assistive technology, music educators and others to improve hearing device technology relative to music performance and enjoyment
- Provide educational opportunities to enable hard of hearing and deaf adults to appreciate and make music in ways not previously available
- Print and mail informational brochures about AAMHL
- Create hearing-accessible conferences and workshops on making music with a hearing loss
- Produce hearing accessible concerts by both hearing and hearing impaired musicians
- Produce recordings of performances by hearing-impaired musicians
- Produce informational materials on listening to music with a hearing loss and listings of hearing-accessible performance venues
If you're interested, please visit http://www.aamhl.org/joomla10/
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Músicos de Rock: profissionais em risco
Todos os sons têm potencial de serem descritos como ruído, pois a classificação de ruído trata-se de algo subjectivo, sendo a sua distinção referente ao facto de ser ou não desejável. Todavia, a denominação ruído é utilizada para descrever um sinal acústico aperiódico, originado da superposição de vários movimentos de vibração, com diferentes frequências, as quais não apresentam relação entre si.
A música é considerada como um som agradável. Sons prazerosos (como a música) são menos perigosos do que os sons não desejados (como o ruído industrial), mas não deixam de ser um factor de risco para perdas auditivas.
O estudo de Pfeiffer, Rocha, Oliveira & Frota (2007) tem como objectivo verificar a mudança temporária do limiar de audição em músicos durante um concerto de rock. Foram avaliados seis músicos, componentes de uma banda de rock, do sexo masculino, com idades variando entre 20 e 30 anos. Constatou-se que a exposição a elevados níveis de pressão sonora leva à ocorrência de certos efeitos físicos, como a insónia após o trabalho, a perda auditiva temporária e aparecimento do zumbido, apontados pelos músicos da amostra do estudo após o concerto.

Em 2004, foi estudada a diminuição da audição em DJ’s, por meio da audiometria tonal e da aplicação de um questionário. A pesquisa foi realizada com o objectivo de constatar a mudança temporária de limiar desses profissionais após uma noite de trabalho. Comprovou-se que estes profissionais devem ser inseridos no grupo de trabalhadores com risco de perda auditiva induzida por níveis de pressão sonora elevados.
Nesta pesquisa, foi possível encontrar uma diferença estatisticamente significante dos níveis mínimos de audição antes e após o concerto. Tais diferenças revelam que a configuração das perdas auditivas induzidas por música aparenta uma alteração primária nos limiares entre 3000 Hz e 6000 Hz. Assim, compreende-se que os músicos podem apresentar mudanças temporárias de limiar auditivos, isto é, a alteração do reflexo acústico e redução na capacidade das células auditivas captarem e decifrarem a energia sonora que as atinge. Esta situação, a longo prazo poderá tornar-se numa perda auditiva induzida por ruído (PAIR), podendo verificar-se lesões que afectem algumas ou mesmo todas as estruturas do aparelho auditivo.
Por estas razões, os músicos devem ser considerados profissionais de risco para perda auditiva ocupacional. Sendo a perda auditiva ocupacional irreversível, mas passível de prevenção, torna-se necessária a divulgação desta informação entre estes profissionais.
Embora este estudo tenha sido feito com um número restrito de músicos, focando apenas um determinado tipo de música, considera-se que foi um passo na compreensão desta temática. Apesar disso, é necessário realizar mais pesquisas com uma amostra maior e envolvendo outras modalidades musicais.
Texto reduzido e adaptado a partir de:
Pfeiffer, M.; Rocha, R.; Oliveira, S.; Frota, S. (2007) Intercorrência audiológica em músicas após um show de rock. Revista CEFAC vol.9 no.3 São Paulo
Imagem acedida em:
http://assets.bizjournals.com/denver/blog/broadway_17th/2010/11/GuitarRockConcertWeb*275.jpg?v=1
segunda-feira, 28 de março de 2011
Surdez VS problema de audição
A diminuição da acuidade auditiva (hipoacúsia) não é surdez, nem uma tragédia, tratando-se de um problema que embora não se possa solucionar, pode ser resolvido ou atenuado mais ou menos eficazmente.
Os problemas de audição afectam cerca de 1,8% da população mundial, calculando-se que em Portugal existem quase 500 000 pessoas com este tipo de afecção. Muitas destas pessoas, por preguiça ou pessimismo, vão adiando a decisão de enfrentar o seu problema, que se vai agravando com o passar do tempo. Portanto, ressalva-se, a primeira coisa a fazer é decidir realmente enfrentar o problema séria e serenamente, perspectivando alcançar uma melhor qualidade de vida.

Informação acedida e adaptada a partir de: “O guia Amplifon para a audição”, Lisboa: AMPLIFON
Imagem acedida em: http://www.aparelhosauditivosbrasil.com.br/imagens/perda-auditiva.jpg
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Perda Auditiva Induzida por Ruído
A PAIR trata-se de uma alteração permanente dos limiares auditivos, e distingue-se das alterações auditivas temporárias e do traumatismo auditivo. Configura-se como uma perda auditiva do tipo neurossensorial, pelo facto de a alteração ocorrer ao nível da ouvido interno, por haver afecção do órgão de Corti e por refletir a morte lenta e gradual das células ciliares do órgão auditivo. Efectivamente, a maior característica da PAIR é a degeneração das células ciliadas do órgão de Corti, tendo sido, recentemente, demonstrado a ocorrência de lesões e de apoptose celular em decorrência da oxidação provocada pela presença de radicais livres formados pelo excesso de estimulação sonora.
É geralmente bilateral, pois é comum que ambos os ouvidos sejam igualmente expostos ao excesso de ruído. É de carácter progressivo e irreversível, o que quer dizer que agrava com o aumento do tempo de exposição ao ruído. Após a instalação da PAIR, a pessoa lesada não apresenta melhoria após o afastamento temporário e não existe tratamento eficaz, o que enfatiza a importância da prevenção.
A instalação da perda auditiva é lenta e progressiva, passando despercebida por muito tempo, o que faz com que o indivíduo só se dê conta do problema quando as lesões já estão avançadas. As dificuldades na percepção de sons e o zumbido são dos sintomas mais comummente relatados por portadores de PAIR. Pode, ainda, manifestar-se por alteração da selectividade de frequência, que provoca dificuldades em termos de discriminação auditiva.
Bibliografia:
- Bamford, J.; Saunders, E. (1991). Hearing impairment, auditory, perception and language disability. 2nd ed. San Diego: California: Singular Publishing Group.
- Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Estado do Rio de Janeiro e Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana / Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca / Fundação Oswaldo Cruz (2010). Fonoaudiologia na saúde do trabalhador. n1;
- Ministério da Saúde (2006). Perda Auditiva Induzida por Ruído (Pair). Brasília: Editora MS;
- Organização Mundial de Saúde (1993). Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento do CID-10. Descrições clínicas e directrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas.
- Samelli, A. G. (2004). Zumbido: avaliação, diagnóstico e reabilitação: abordagens atuais. São Paulo: Lovise
- imagem acedida em http://www.warrington.gov.uk/images/noise2_tcm15-23652.gif


